terça-feira, 18 de setembro de 2012

A economia que precisamos: Declaração do movimento de Economia Social e Solidária à Rio +20

Cúpula dos Povos na Rio+20




Posted: 17 Sep 2012 01:31 PM PDT
Esta declaração foi elaborada pelo Conselho de Administração da Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social e Solidária (RIPESS), reunido no Rio de Janeiro, tomando como base as discussões e deliberações sobre a Rio+20 do V Encontro Latinoamericano e Caribeño de Economía Solidária e Comércio Justo e com aportes de representantes dos demais continentes.
Entre 16 e 25 de junho, mais de 370 organizações de todos os continentes do mundo declararam apoio. As assinaturas seguem ao final.
***
A Cúpula dos Povos e a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável da Rio +20 acontecem em um momento de crise da civilização que se expressa em uma multitude de crises: alimentar, ecológica, energética, financeira, social e de representação política, e não é com esse mesmo pensamento e o mesmo modelo de sociedade que gerou estas crises que se sairão delas!
A pretendida economia verde, tal como é apresentada pelos governos e as multinacionais, é só uma extensão deste modelo, através da mercantilização dos bens comuns como nova forma de expansão do capitalismo em crise, enquanto a economia solidária permite emancipar-se dele.
Em todos os continentes, nas comunidades, regiões e países existem iniciativas econômicas e sociais em muitos setores de atividades que demonstram a viabilidade concreta e viva de outros modelos de desenvolvimento, de organização da economia e das sociedades onde a vida, a pluralidade, a autogestão, a justiça ambiental e social definem uma economia solidária diferenciada da economia do capital. A economia solidaria é um movimento social que, com outros, contribui para consolidar uma verdadeira democracia econômica e política.
A criação da Agencia Internacional Ambiental proposta pela PNUMA não poderá resolver os desafios da governança mundial. É imperativo que as ferramentas e as instituições de governança sejam transformadas para basear-se estruturalmente em processos contínuos de consulta e de participação de todos os setores da sociedade, a nível local, regional e internacional, e que estas não estejam dominadas pelos maiores contribuintes financeiros e geridas por “especialistas”. É necessário o respeito e o reconhecimento da soberania dos povos e das comunidades, que são aqueles que tem a legitimidades e a capacidade de levar a cabo um desenvolvimento solidário que assegure a preservação dos bens comuns.
A economia solidária constrói modelos de produção e de serviços com e para todas e todos. Estas iniciativas não podem ser consideradas como simples “programas de reparação e de luta contra a pobreza”. Pelo contrário, elas garantem intrinsecamente a justiça em todas as suas dimensões, enquanto desenvolvem atividades econômicas, sem gerar concentração de riquezas materiais ou financeiras, nem criação de pobreza. A economia solidária estabelece sistemas equitativos de comercialização, de finanças e de moedas sociais ao serviço das economias reais, circuitos curtos entre produtores e consumidores, soberania alimentar, entre outras alternativas concretas.
O movimento da economia solidária, com outros movimentos de transformação da sociedade, encarna um projeto verdadeiramente democrático, de respeito dos direitos das mulheres e dos homens, do trabalho, dos direitos cívicos, da diversidade de culturas e dos direitos da natureza para o bem viver das populações.
Rio +20 só responderá aos desafios impostos se os governos participantes se orientarem ao que o povo está construindo como uma verdadeira alternativa para o futuro da humanidade sobre a Terra.
Rio de Janeiro, junho de 2012

Assinaturas em apoio à declaração:

ABRASCO – Associacao Brasileira de Saude Coletiva (Brasil)
ACA (Brasil)
ACADEMIA DE LA TIERRA ONG (MÉXICO)
ACDRA-ECOSOL (MEXICO)
ADEL-Ixcán (Ixcán, Quiché, Guatemala)
Adéquations (France)
Agência de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável – AADS (Brasil)
Alborada (Argentina)
ALCONA (México)
Alessio Di Florio (Italia)
Alliance of Coastal Fishers in the North Atlantic – ACFNA (North – Atlantic: Newfoundland, Iceland, Faroe Islands, Norway)
Alsur A.C. (México D.F.)
Alternatives Développement (SENEGAL)
AMARTE-Associação Amigos da Arte (Brasil- Pernambuco)
AMB Articulação de Mulheres Brasileiras (Brasil)
AMDAE (BOGOTA COLOMBIA)
American worker cooperive-nj (New Jersey)
ANIMAR (Portugal)
APC Assoc Pró Cidadania (Minas Gerais / Brasil)
APPEND (PHILIPPINES)
APPLIR (Argentina)
AQ’AB’AL, Empresa Centroamericana de ESS (Centroamerica)
AQOCI (Canada)
ARIADNA (Argentina)
ARIA-Nord (France)
Artana e Cia (Brasil)
ARTE CIMARRON (TUMACO NARIÑO COLOMBIA)
Arte Sustentável/EES (Brasil)
Asamblea Permanente de la Sociedad Civil por La Paz (Colombia)
ASARBOLSEM (BOLIVIA)
Asedcohue (Guatemala)
Asian Public Intellectuals Fellowships (Southeast Asia)
Asian Social Enterprise Forum (Asia)
Asociacion Central General de Trabajadores de Guatemala CGTG (Guatemala)
Asociación Civil Bienaventurados los Pobres (Catamarca, Argentina)
Asociacion CORDES (El Salvador. Centroamerica.)
Asociacion de Adultos Mayores de 60 años Jesus vive de Brisa del Eden de Mendoza (Republica Dominicana)
Asociación de Cooperativas-ASOCOPH y Empresas Solidaria del Huila (Colombia)
Asociación de Desarrollo Agrícola y Microempresarial (ADAM) (Guatemala)
Asociaciòn de Desarrollo Integral Simiatug Samai (Ecuador)
ASOCIACION DE FOMENTO VECINAL EL PALMAR (ARGENTINA)
Asociacion de Mujeres Afrocolombianas Kenia Tabia Binta “AMAKETABIN” (COLOMBIA)
Asociacion de Mujeres Cabeza de Familia (Cali Colombia)
asociacion de mujeres de Brisa del Eden de Mendoza Sto Dgo Oriental (Republica Dominicana)
Asociaciòn de Productores de Hongos Comestibles de Colombia- ASOFUNGICOL (Colombia)
Asociacion de Recicladores de Engativa (Colombia)
Asociación de Tiendas de Abastecimiento Comunitarias (Honduras)
ASOCIACIÓN MUJERES PROTAGONISTAS DEL DESARROLLO DE BUENAVENTURA -MUPRODEB (COLOMBIA-BUENAVENTURA-VALLE)
Asociacion para el Desarrollo Rural del Camp d´Elx (españa)
Asociacion Productores San Cayetano (Argentina)
Asociacion Red Municipal de Mujeres de Caldono Cauca Colombia (Colombia)
Asociatia CRIES-Centrul de Resurse pentru Initiative Etice si Solidare (Romania)
ASOPRICOR (COLOMBIA)
Assoc. Artes curado (Brasil)
Associação Dando as Mãos (Brasil)
Associação de Artesanato Entre Nós. (Brasil)
Associação de Economia Solidária de Pinheiral (Brasil)
Associação dos Produtores Agrícolas de Bebida Velha – APABV (Brasil)
Associação Fibrart (Brasil / nordeste)
Associação Filosófica ‘Scientiae Studia’ (Brazil)
Associação In Loco (Portugal)
Associação rede de sonhos (Brasil)
Associação Regional Mucuri de Cooperação dos pequenos agricultores (Brasil)
Association Theatre Aquarium (Maroc)
Associazione Marco Mascagna (Italia)
Banco Pirê (Brasil – MS – Dourados)
Bay Area Community Exchange (United States of America)
Bina Swadaya (Indonesia)
Bitume (Mexico)
Bordadeiras da Coroa-RJ (Brazil)
Boston Area Solidarity Economy Network (USA)
BREFADE (MALI)
Brigadas Populares (Brasil)
cadernos do caos (portugal)
Caisse d’économie solidaire Desjardins (Québec, Canada)
CAM (Central America)
Canadian Community Economic Development Network (CCEDNET) (Canada)
Canasta a Domicilio S.C de R.L. de C.V. (México)
Capeltic (México)
Caritas Arquidiocesana de Fortaleza (Brasil-Fortaleza/CE)
Caritas Diocesana de Tubarão (Brasil / Região Sul)
Casa de Taipa- Coletivo Para Promoção de Prática Solidária (Brasil)
CAV (Brasil)
CCFD – Terre Solidaire (Francia)
CDR Outaouais-Laurentides (Québec, Canada)
CEDAL-Centro de Derechos y Desarrollo (Perú)
CEMEAR / SC (Brasil)
Central de Comercialização de Economia Solidária (Brasil-MS)
central de organizaciones campesinas y populares a.c. (mexico)
Central dos Trabalhadores(as) da Economia Solidária (Brasil-MS)
Centre canadien pour le renouveau communautaire – Canadian Centre For Community Renewal (Canada)
Centre for Social Entrepreneuership (Malaysia)
Centro de Desarrollo Comunitario Centéotl A. C. (México)
Centro de Documentación en Derechos Humanos “Segundo Montes Mozo S.J.” (CSMM) (Ecuador)
Centro de Educación Ambiental Manzana Verde (Chile, Región del Biobío)
Centro de Educación Para la Paz, Tolerancia y Desarrollo (CEPATODE (República Dominicana)
Centro de Enlace del Pequeño Productor (guatemala)
Centro de Estudios y Publicaciones CEP Alforja (Costa Rica, Centroamérica)
Centro de Investigación y Promoción Social (CIPROS) (República Dominicana)
Centro de Promoção da Cidadania e Defesa dos Direitos Humanos Pe. Josimo (Brasil)
Centro de Servicios para Emprendimientos de las Mujeres (Chiqiuimula, Guatemala)
Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (Brasil)
Centro Dominico de Investigación (Costa Rica)
CET Casa Ecológica Teotihuacan (Teotihuacan, Edo. de México, México)
Chantier de l’économie sociale (Québec/Canada)
CIRIEC Venezuela (Venezuela)
Club di budapest (italy)
Coalition SansParti (Canada)
COKOMAL (COSTA RICA)
COLACOT (COLOMBIA)
Coletivo de pesquisadores em EJA e Economia Solidária – rede (Brasil, sudeste, SP, São CArlos-CAmpinas-São PAulo)
Coletivo EITA (Brasil)
Coletivo Leila Diniz (Brasil RN)
COLICOOP- Colegio Profesional de Licenciados en Cooperativismo del Peru (PERU)
Collège Coopératif PAM (PROVENCE)
COMERCIO JUSTO URUGUAY (URUGUAY)
Comité jeunesse du chantier de l’économie sociale (Canada)
Comité San Carlos (Mexico)
COMMACT Malaysia (Malaysia)
Community to Community Development (United States)
Comunidad Banbha (Argentina – Rosario)
Conciencia Ecológica de Aguascalientes, a.c. (Aguascalientes, México)
Confederación de Federaciones de la Reforma Agraria Salvadoreña – CONFRAS (El Salvador, Centro America)
CONIDEA corporacion para la innovacion de la democracia y la empresa social y solidaria (Colombia)
Conseil régional d’économie sociale Mauricie (Québec, Canada)
Consejo Consultivo de Mujeres de tenjo (Colombia)
Consejo de Consumidores para la Economía Solidaria (Costa Rica)
Consejo de organizaciones de la Region Oriental “CORO” (Santo Dgo. Este. R.D.)
Consejo E.Solidaria Canelones (uruguay)
Consejo Global de desarrollo Integral “COGDI” (Santo Dgo. Este. R.D.)
Consejo Hondureño del Sector Social de la Economía – COHDESSE (Honduras)
Consejo Mexicano de Empresas de la Economía Solidaria (México)
Consorzio Città dell’Altraeconomia (Italia)
Consumo y Comunicación Alternativa, COKOMAL (Costa Rica)
Controvento (Italy)
CooLabora – Consultoria e Intervenção Social (Portugal)
Cooperativa Atahualpa (Argentina)
Cooperativa Bem Me Quero (Brasil)
COOPERATIVA DE AGRICULTORES FAMILIARES E PESCADORES ARTESANAIS DA ECONOMIA SOLIDARIA DA REGIAO DO MATO GRANDE-RN – COOAFES (Brasil)
Cooperativa de ahorro,credito y servicios multiples de organizaciones comunitarias “COOPMUNAS” (Santo Dgo. Este. R.D.)
Cooperativa de Costureiras e Artesãos de Parnamirim (BRASIL)
Cooperativa de trabajo encuentro (argentina)
Cooperativa de Trabajo Juanito Contreras LTDA (Argentina)
Cooperativa de trabajo mixta de Enseñanza. Atahualpa Limitada (argentina)
Cooperativa Financiera COOFINEP (Colombia)
Cooperativa La Vaca (Argentina)
Cooperativa San pio X COOGRANADA (Colombia)
Coordinadora de Organizaciones Barriales Don Bosco (CODONBOSCO) (República Dominicana)
Coordinadora Nacional de Economía Solidaria (Uruguay – América del Sur)
CORASAL (El Salvador)
CORDES, El Salvador (El Salvador)
Corporacion Agroindustrial CORASAL (EL SALVADOR. CENTROAMERICA.)
Corporación de Investigación y Acción Social y Economica CIASE (Colombia)
Corporacion para la innovacion de la democracia y la empresa social y solidaria CONIDEAS (COLOMBIA)
Corporación RELACC (Ecuador – América latina)
Cortocircuito flegreo (Campania ITALIA)
COSPE-Sede Nicaragua (Nicaragua)
CRED CIDADANIA (BRASIL)
CRESAÇOR – Rede de Economia Solidária dos Açores (Açores -Portugal)
CRESS CENTRE (FRANCE)
CSEM/ADED VALLE Centro de Servico Para El Emprendedurismo De La Mujer (Honduras, Region Golfo de Fonseca)
CTA-ZM – Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (Minas Gerais – Brasil)
CTC (BRASIL)
Das Lanhas Assessoria e Consultoria (Brasil)
Departamento de Justicia y Solidaridad – CELAM (America Latina)
Día Mundial de Oración – Comité Alemán /Sección Proyectos (Alemania)
DULZURA DEL MAR (TUMACO NARIÑO COLOMBIA)
Eartheal (USA)
ECAM (Bolivia)
Eidé Ensayo Fotográfico y Audiovisual (Argentina)
EL ANDAMIO SOCIAL (ARGENTINA)
ELO (Brasil)
Empreendimento solidário de costureiras e artesãos de parnamirim,RN (BRASIL)
En Transition T.S.R. (Québec Canada)
Équiterre (Canada)
ERUUF Earth Justice (United States of America)
Escola Municipal Professora Anita M. Dourado (Brasil)
Espacio de Economía Solidaria y Comercio Justo (Paraguay)
Espacio Nacional de Economía Social y Solidaria (Argentina)
EYES (EUROPE)
Fair (Italy)
FENACOOP, R.L (NICARAGUA)
Fondation rivières (Canada)
Fora do Eixo (Brasil)
Foro Social Mundial en Argentina (Aegentina)
Fórum Brasileiro de Economia Solidária – FBES (Brasil)
Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional – FBSSAN (Brasil)
Fórum de Economia Solidária da Região do ABCDMRR e Baixada Santista (Brasil)
Fórum de Economia Solidaria de São José dos Pinhais (Brasil)
Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno (Brasil)
Fórum Estadual de Economia Solidária de MS (Brasil-MS)
Fórum Municipal de Economia Solidária de Balneário Camboriú (Santa Catarina, Brasil)
FORUM PERMANENTE DE CIDADANIA DE COLINAS (BRASIL – MARANHÃO)
Fórum Sul Mineiro de Economia Solidária (Minas Gerais / Brasil)
Fruta Comida Semilla Sembrada (Ecuador)
Fundación Ahora, A.C. (Aguascalientes/México)
FUNDACION ARTE Y CULTURA DEL PACIFICO (BOGOTA COLOMBIA)
Fundación Bandera Ecológica (Costa Rica)
FUNDACION DE LA MANO CONTIGO (COLOMBIA)
Fundación para el Desarrollo Sostenible de Osa (Costa Rica)
FUNDACION POR LOS DERECHOS DEL CONSUMIDOR (FUNDECOM) (REPUBLICA DOMINICANA)
Fundacion Pueblo Joven (Salta, Argentina)
Fundacion Sagrada Familia (Argentina, Buenos Aires)
Fundación Síntesis (Argentina)
Fundacion Solon (Bolivia)
Fundacion TPH Concepcion (Chile)
FUNDACION TRABAJO PARA UN HERMANO DE CONCEPCION (CONCEPCION, CHILE)
Fundacion utopia (ecuador)
Grassroots Economic Organizing (USA)
Greenpeace (Montréal, Québec)
Groupe d’économie solidaire du Québec (Québec)
Groupe ÉCOSPHÈRE (Canada)
Grupo Cooperativo Jade (México)
Grupo de promocion de la Agricultura Ecologica (GPAE) (Nicaragua)
grupo fitoterapico (Santa Catarina)
Grupo Red de Economía Solidaria del Perú (GRESP) (Perú)
GUAMINA (Mali)
Guramylay: Growing the Green Economy (USA)
Haida Gwaii Community Futures (Canada)
HUJ (Arménie)
ICATMI (MEXICO)
IMS (Brasil)
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (Chile, Región del Biobío)
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares UNIVALI (Brasil)
Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade do Estado da Bahia (Brasil)
Institute for Integrated Rural Development – IIRD (India)
Institut Européen pour l’Économie Solidaire – INEES (Luxembourg)
Instituto Chileno de Permacultura (Chile, Región del Biobío)
Instituto de Desarrollo de la economía Asociativa – IDEAC (Rep. Dominicana)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (Brasil)
Instituto para el Desarrollo y la Paz Amazonica (San Martin – Peru)
Intecoop/Unifei – Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade Federal de Itajubá (Brasil)
INTER-ACTION DEVELOPPEMENT DURABLE (FRANCE)
ISDEN (Perú)
ITCP/UNEB (Brasil)
ITCP USP (Brasil)
Juntos (Brasil)
Katosi Women Development trust (Uganda)
KIFESZ (Hungary)
Kolping México (México)
Kooperi – Coletivo para a promoção de práticas solidárias e autogestionárias (Brasil, sudeste, SP, São CArlos)
Latindadd (Perú)
L’Égrégore (Canada)
Maestria en Entidades de la Economía Social U.N.R (Argentina)
MAIS Consultoria Social (Brasil)
Marco Polo Echanger Autrement (France)
MD (Québec)
Mesa de Coordinación Latinoamericana de Comercio Justo – RIPESS LAC (América Latina y el Caribe, Perú)
Mesa Nacional de Trabajo Cooperativo y Solidario (Colombia)
Migrations et Développement (Maroc)
MIJARC (AFRICA,AISA, EUROPE AND LATIN AMERICA)
MINISTERIO DE AGRICULTURA Y GANADERÍA (COSTA RICA)
MIREDES Internacional (América Latina)
MIREDES (México)
Mó de Vida Cooperativa de Consumo, CRL (Portugal)
Mouvement de l’Économie Solidaire – MES (France)
Movimiento Ambiental de Aguascalientes (México)
Movimiento de Economía Social y Solidaria del Ecuador – MESSE (Ecuador)
Movimiento de Economía Solidaria y Comercio Justo de Bolivia (Bolivia)
Movimiento de Trabajadores Campesinos (Guatemala)
Movimiento Migrante Mesoamericano (Mesoamerica)
Movimiento Migrante Mesoamericano (México)
Mujeres afros de Salahonda (Colombia, Dpto de Nariño)
Mujeres sanadoras (México)
National Association of Small Boat Owners, NASBO (Iceland)
Nonante inc (Canada)
NORDIK Institute (Canada)
Núcleo de Formação em ECOSOL Ceará (Brasil)
Núcleo de Solidariedade Técnica da UFRJ – Soltec/UFRJ (Brasil)
Nuestras Huellas (Argentina)
NUEVA CIVILIZACION (URUGUAY)
NUPAUB- Núcleo de Estudos de Populações Humanas e Áreas ùmidas (BRASIL)
Objectif Plein Emploi (Luxembourg)
Observatorio Laboral y Ambiental de la Argentina (Argentina)
Odilia Leiva Calles (Peten..Guatemala)
Ong Fundepaz (Colombia)
ONG. JUVENTUDE SEM FRONTEIRAS (BRASIL)
ONG Programas Sociales Comunitarios (Salta, Argentina)
Opus Gay (Portugal)
P’ACTES (Europe)
Pastoral social (La Ceiba – Honduras)
Pastoral Social /zona sur, Petén (Petén, Guatemala)
PECOSOL – Capitulo Honduras (Honduras)
PECOSOL (Centroamérica)
Pecosol, Guatemala (Guatemala)
Plataforma Interamericana de Derechos Humanos, Democracia y Desarrollo – PIDHDD (Ecuador)
Plateforme des Organisation de la Société Civile sur les Droits Economiques, sociaux et Culturels au Cameroun (Cameroun)
Plumes & Jardins (Quebec, Canada)
PODER, A.C. (MEXICO)
PROCOSOL (Panama)
Production de L’Amarante (Québec)
Productions à deux têtes (Québec)
Prof contre la hausse (Montreal/ Québec / Canada)
Projeto Ramá (Brasil)
Promoción del Desarrollo Popular, A.C. (México)
Raid (Tunisie)
REAS BALEARS (ESPAÑA)
REDCOOP (MÉXICO)
Red Cuna (Argentina)
Red de Comercialización Comunitaria Alternativa – Red COMAL (Honduras)
RED DE COMERCIO JUSTO DEL SUR SURESE (CHILE)
Red de Coordinación en Biodiversidad (Costa Rica, Centroamérica)
Red de Economia Solidaria de la Macro Region Nor Oriental-Peru (PERU)
Red de Economía Solidaria del Biobío (Chile)
Red de Fundaciones Centroamericanas y del Caribe para la Economía Social y Solidaria (Centroamérica y Caribe)
Red de Fundaciones y Asociaciones de Economía Social Solidaria (Centramerica y Caribe)
Red de integracion de la economia social y solidaria (Colombia)
RED DE LA ESPERANZA (MÉXICO)
Red de Mujeres para el Desarrollo (América Latina y Caribe)
Red de Organizaciones de Economía Solidaria – REDESOL (Rep. Dominicana)
Red de Redes de Economía Alternativa y Solidaria – REAS (España)
Rede de educadores/as de economia solidária PE (NE do Brasil)
Rede de Educadores em Economia Solidária (Brasil)
Rede Dicção (Brasil)
Rede Nacional das Incubadoras Tecnológicas de cooperativas Populares/ITCP-Unochapeco (Brasil)
Red Jubileo Perú (Perú)
RedLASES – Red LatinoAmericana de Socioeconomía Solidaria (Argentina / Brasil)
Red micro creditos no podemos fracasar (Argentina)
Red Nacional de Investigadores y Educadores en Cooperativismo y Economía Solidaria (REDCOOP) (México)
Red Peruana de Comercio Justo y Consumo Ético (Perú)
RED Trasandina de Tecnología Social (Chilena-Argentina)
Red Uniendo Manos contra la Pobreza (Perú)
Reina de El Cisne (Loja – Ecuador)
REL UITA (Latinoamerica)
REMECC A.C. (Mexico)
RENAPESS MALI (MALI)
RENICC (Nicaragua)
Reorient Onlus (Italia)
Retos al Sur (Uruguay)
RIPESS-Asia/Asian Solidarity Economy Coalition – ASEC (Asia)
RIPESS Europe – Solidarity Economy Europe (Europe)
Rizosfera (Chile)
RTES (France)
RUPTURA (ECUADOR)
Scop Energies Alternatives 06 (France)
Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (Brasil)
Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Brasil)
SEDYS – Trujillo- Servicio Educativo para el Desarrollo y la Solidaridad (PERU)
Seminario Permanente para la Gobernabilidad mediante el Desarrollo Sustentable. Con base en una metodología de investigación interdisciplinaria. (Mexico City)
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Bento Fernandes (Brasil)
SODEV MAROC (MAROC)
Solidaridad y comercio justo (Ecuador)
Solidarius Italia (Italy)
Soutenable.net (France)
STREET LIGHT REFLECTIONS (THAILAND)
Support for Women in Agriculture and Environment – SWAGEN (Uganda, East Africa)
SURJA EDUCACION CIUDADANA (MEXICO)
Syndicat Unique des Travailleurs de la Santé et de l’Action Sociale (SENEGAL)
TENDENCIAS AFRO (Santiago de Cali, Colombia)
Tierra Luna (México)
Trabajo Comunal Universitario COMER ORGÁNICO, Universidad de Costa Rica (Costa Rica)
Transition movement (Canada)
Très-Saint-Rédempteur en Transition (Canada)
UDELAR (URUGUAY)
UNCPM – Union Nationale des Coopératives des Planteurs et Maîchers du Mali (Mali)
UNEMAT/REMSOL/FEES-MT/NECOMT/IOCAS (BRASIL)
Unidad de Apoyo a las Comunidades Indígenas (Mexico)
Union Nacional Agroalimentaria de Colombia (Colombia)
UNIVERSIDAD AUSTRAL (ARGENTINA)
Universidad Centroamericana (UCA) / Vice Rectoría de Proyección Social (El Salvador)
UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES (ARGENTINA)
Universidad de Castilla-La Mancha (España)
Universidad de Guadalajara (Mexico)
Universidade Federal Rural de Pernambuco/FBES (Brasil)
Universidad Nacional de Rosario (Argentina)
Universitas Nueva Civilización (Chile)
University of Valencia (Spain)
UQAM, Institut des sciences de l’environnement (Québec-Canada)
Urgenci International Network for Community Supported Agriculture (Global)
USP (Brasil)
US Solidarity Economy Network (United States of America)
Visão Mundial (Brasil)
VQP (Argentina)
WESPAC Foundation (USA)
World Forum of Fish Harvesters and Fish Workers (WFF) (International organization)
Xarxa Economia Solidaria (Cataluña, España)

Pois é vizinha...em quem você vai votar ?

Pois é vizinha..
.
Você sabia que nem os convênios de castração que a 


Prefeitura de Curitiba tinha com as ongs não existem mais ? 

Já era uma merreca, e agora nem isto. 


Pois é vizinha, a Prefeitura deixou de repassar o material 

para as ongs fazerem o serviço e desta forma, elas não 

tinham como trabalhar.


Nunca defendemos que fosse o modelo ideal: no entanto, 

era ainda alguma coisa que justificava o cumprimento da Lei 

Municipal 11.472/2005, que institui campanha permanente 

de controle populacional de cães e gatos, acompanhadas de 

ações educativas. E as ongs faziam muito bem a sua parte !


E agora vizinha ?



Isto é uma Prefeitura que se preocupa com os animais ?


Pois é vizinha...tem eleição pela frente.


Tem que pensar bem em quem você vai votar.









domingo, 16 de setembro de 2012

Especismo: é a discriminação que é praticada pelos humanos contra outras espécies





Alguns pensamentos sobre a abordagem abolicionista
Por Gary Francione

Aqui estão alguns pensamentos simples que expressam a abordagem e filosofia abolicionista. Eles podem ser úteis a vocês, tanto em suas próprias reflexões sobre as coisas quanto em suas discussões com outras pessoas:

1. O especismo é moralmente objetável porque, como o racismo, o sexismo e o heterossexismo, vincula a condição de pessoa a um critério irrelevante.

Explicação: Não objetamos ao especismo num vácuo. Nós o rejeitamos porque ele é como outras formas de discriminação. O que todas as formas de discriminação têm em comum é o uso de um critério irrelevante para excluir pessoas da comunidade moral, negar a essas pessoas a integração completa à comunidade moral. Os racistas desvalorizam as pessoas de raças diferentes baseados somente na cor da pele; os sexistas desvalorizam as mulheres somente por causa do sexo e gênero; os heterossexistas negam a integração completa à comunidade moral aos gays, lésbicas, transgêneros, etc., baseados simplesmente na orientação sexual. Os especistas negam a integração completa à comunidade moral baseados somente na espécie.

Todas essas formas de discriminação são moralmente injustificáveis. Rejeitamos o especismo porque ele não se distingue dessas outras formas de discriminação.

(Por favor, notem que embora Peter Singer rejeite ostensivamente o especismo, ele sustenta que, devido ao fato de os animais não-humanos não terem o mesmo tipo de mente que os humanos, eles não têm interesse em continuar a viver, e nós não lhes causamos dano se os usarmos e os matarmos de modo “humanitário”. Eu acho isso uma forma de especismo. Clique no link para saber mais sobre a visão de Peter Singer.http://bit.ly/Ooqu67).

2. Quem rejeita o especismo se compromete a rejeitar o racismo, o sexismo, o heterossexismo e outras formas de discriminação também.

Explicação: Alguns defensores dos animais sustentam que o “movimento de defesa animal” não toma uma posição quanto a outras formas de discriminação. Isso não está correto. Aqueles de nós que querem justiça para os animais não-humanos estão necessariamente comprometidos com a justiça para os humanos, e com o fim da discriminação contra humanos assim como da discriminação contra não-humanos.

O movimento de defesa animal não deveria, por exemplo, estar perpetuando o sexismo como um meio para os fins dos direitos animais. O sexismo envolve a coisificação da mulher. A coisificação é o problema, não a solução.

E sim, as mulheres podem ser sexistas, do mesmo modo que pessoas de cor podem ser racistas. Mas esse sexismo e esse racismo são necessariamente diferentes porque, em nossa sociedade racista e patriarcal, essas formas de discriminação não têm, e nem podem ter, o mesmo efeito. Eu rejeito toda discriminação, mas jamais deveríamos pensar que não haja importantes diferenças aqui.

E sim, as mulheres podem optar por coisificar a si próprias, assim como as pessoas de cor podem tomar parte em estereótipos racistas e perpetuá-los. Mas isso não significa que coisificar a si própria seja um “empoderamento”. Muito pelo contrário. A ideia de que coisificar a si própria é uma emancipação, um empoderamento, é uma ideia reacionária que perpetua o sexismo.

www.abolitionistapproach.com (em português, inglês, espanhol e francês)

Foto: sittingwithsorrow.typepad.com

Donos guardam células na esperança de clonar animais no futuro


www1.folha.uol.com.br
16/09/2012 - 03h38

RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO

Karla Matias, 25, sofre só de pensar que a yorkshire Sandy, 15, tem no máximo mais dois ou três anos de vida. Foi então que decidiu: quer tentar cloná-la.
Bióloga, Karla pesquisou na internet até encontrar uma empresa que congelasse células em nitrogênio. Achou uma, em Mogi Mirim (interior de São Paulo), que trabalha com clonagem de bovinos.
Em seguida, propôs à empresa que armazenasse as células do animal. "Pensei em tentar aumentar a expectativa de vida da Sandy e, no futuro, vir a fazer um clone."
A empresa aceitou, mas deixou claro que não conseguiria dar prazos nem garantias. Karla topou mesmo assim: pagou R$ 2.000 pela retirada e armazenamento das células, mais um salário mínimo (R$ 620) a cada ano que o material ficar congelado.
ESPERANÇA
Não é um caso único. Donos de cães e gatos têm procurado laboratórios especializados em reproduzir bovinos na esperança de um dia clonarem seus bichinhos. A Invitro Brasil, a empresa que Karla procurou, tem cerca de 20 "linhas celulares" (o nome dado) de cães, guardadas a 196 graus Celsius negativos.
Moacyr Lopes Junior/Folhapress
Karla Matias Francisco, 25, já congelou as células de sua yorkshire Sandy, de 15 anos
Karla Matias Francisco, 25, já congelou as células de sua yorkshire Sandy, de 15 anos, para cloná-la um dia
"O perfil é de pessoas apaixonadas pelos bichinhos de estimação, que têm esses animais como membro da família e querem eternizar", diz a diretora Perla Fleury. O negócio da Invitro, afirma, é reprodução bovina. Atender aos donos de pets foi um modo de dar conta dessa demanda.
Na Faculdade de Zootecnia da USP de Pirassununga, no interior paulista, há 15 linhas celulares de cães e gatos. Foram os donos que procuraram o laboratório, diz Flávio Meirelles, professor associado da instituição, que não cobra nada pelo serviço.
A "colheita" consiste em retirar um pedaço de pele do animal. Se o bicho morreu, as células têm de ser colhidas nas primeiras horas.
Outros dois laboratórios dizem ter sido procurados por donos de animais, mas que ainda não prestam o serviço.
A clonagem de cães e gatos levará entre cinco e dez anos para ocorrer, estima Perla Fleury. Do ponto de vista tecnológico, a medida é possível; a dúvida é se há interesse comercial no negócio.
A implantação também exigiria criação de uma lei.
Uma empresa da Coreia do Sul faz clonagens de pet. À Folha, o responsável disse ter sido procurado por um brasileiro interessado. Nos EUA, há, como aqui, serviços para armazenar as células.
Um cachorro clonado terá só a aparência idêntica ao original; a personalidade, não, diz Rosângela Ribeiro, gerente de programas veterinários da WSPA (Sociedade Mundial de
Proteção Animal) no Brasil e especialista em bioética. "Ele não substituirá o outro."
As taxas de mortalidade em clonagem são altas, e o animal clonado pode apresentar envelhecimento precoce, diz. "E há milhares de animais abandonados. O dono, depois que o seu animal for embora, pode transmitir esse amor para outro."
Karla afirma que, se a Sandy versão clonada tiver outra personalidade, será "um pouco frustrante". O que a levou a tentar espichar a vida da yorkshire é o fato de Sandy ser "leal e companheira" nos 15 anos de convivência.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária informou ser contra clonar pets quando a razão é o afeto. O órgão é favorável à clonagem para fins de pesquisa.
Editoria de arte/folhapress

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

III FORUM DE MEIO AMBIENTE " RESIDUOS SÓLIDOS" - CURITIBA SETEMBRO 2012


Movimento SOSBICHO faz palestra no Colégio Saint Michel, em Curitiba



No dia 23 de agosto, a bióloga e educadora ambiental Isabel Christina Carrilho, membro do Movimento SOSBICHO ministrou uma palestra, a convite da direção do Colégio.

Na ocasião foi explanado o trabalho do Movimento SOS Bicho, em todos os seus níveis de atuação e comentados alguns dos projetos de lei já regulamentados que tiveram a contribuição da organização para que fossem aprovados.

Alunos atentos e interessados na palestra
Todos os participantes foram bastante receptivos e sensíveis à causa animal.
A palestra faz parte do Projeto TEIA DA VIDA, idealizado e coordenado pela profª  de ciências e biologia Andria Angélica Conte e do qual uma das atividades resultantes, será a construção será de um Blog sobre as causas animais pelos alunos do colégio.
Além disso, o projeto pretende ajudar alguns protetores independentes com a colaboração dos alunos, professores e comunidade.
A palestra foi elogiada pelos presentes, que agradeceram a contribuição de Isabel para a formação ética de seus alunos.

Educadora Ambiental Isabel Carrilho e a Diretora do Colégio Saint Michel